1986 – Somewhere In Time

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Bem, o começo do review deste álbum pode ser feito pela capa, cheia de detalhes, além do Eddie futurista considerado por muitos o mais bem desenhado até hoje, mostra referências de álbuns anteriores, como o horário 23:58, referente a música “2 Minutes To Midnight”, “Aces High Bar”, a menção a Ruskin Arms, local onde a banda tocava no ínicio de sua carreira no fim dos anos 70 e até a imagem do Batman vigiando o movimento naquela rua.
Com relação as músicas, Somewhere In Time foi um álbum revolucionário, onde foram usandos sintetizadores nas guitarras para um efeito diferenciado, com um baixo mais alto e potente e com uma excelente mixagem de Martin Birch.
O álbum começa já com “Caught Somewhere In Time”, música que já anima pela sua rapidez e peso (ao vivo Bruce usava uma jaqueta com luzes futuristas nesta música), seguida por “Wasted Years” que contém um dos riffs mais conhecidos até hoje, composta integralmente por Adrian Smith (que por sinal deu muito de si neste álbum), até hoje considerado um dos maiores clássicos da donzela e um dos singles lançados do álbum.
Outras músicas que podemos destacar são “Stranger In A Strange Land” que foi outro single do álbum e com um solo incrível e “Heaven Can Wait” que executada ao vivo faz um grande sucesso pela entrada de fãs para o coro central da música, as 2 músicas finais “Deja-vu” e “Alexander The Great” são consideradas grandes músicas, mas infelizmente nunca foram executadas ao vivo.
Ou seja, apesar de usar novos métodos e melodias diferentes, Somewhere In Time continuou a escrever a famosa “Era de Ouro” do Iron Maiden nos anos 80.

Data de lançamento: 29 de junho de 1986

UK Chart Position: 3

Versão original

1. “Caught Somewhere in Time” – 7:25
2. “Wasted Years” – 5:07
3. “Sea of Madness” – 5:42
4. “Heaven Can Wait” – 7:21
5. “The Loneliness of the Long Distance Runner” – 6:31
6. “Stranger in a Strange Land”  – 5:44
7. “Déjà Vu” – 4:56
8. “Alexander the Great” – 8:37

3 Respostas to “1986 – Somewhere In Time”

  1. Pra mim, um dos melhores álbuns do Iron Maiden, mas, particularmente, é o meu preferido, com certeza! E a arte do álbum é a mais incrível (junto com a do Powerslave), mto rica em detalhes… é o máximo poder admirar essa capa em tamanho grande pra apreciar todos os “mistérios” dela!

  2. Realmente um grande album, mas infelizmente nunca foi tão explorado pelo Maiden em seus shows. Um dia ainda sonho em ouvir Alexander the Great ou Deja-Vù ao vivo.

  3. Gustavo Cavalcante Says:

    Este album é um puta disco mesmo, com destaque paraos singles,
    mas meu disco preferido do Maiden da década de 80 é o POM.

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