Formações

Uma das marcas do Iron Maiden são as constantes mudanças de formação, seja por perfeccionismo do baixista Steve Harris, ou por vontade daqueles que integram o grupo, o Iron Maiden já teve 18 formações diferentes desde a sua criação, a primeira formação fixa a gravar algum meterial é a formação de 1978, com Paul Di’ Anno (vocal), Steve Harris (baixo), Doug Sampsom (bateria), Dave Murray (guitarra) e Dave Sullivan (guitarra).
Outro fator que é importante, é que o Maiden já teve formações com um guitarrista e um tecladista, e a última novidade é a atual formação, com três guitarristas.

Iron Maiden hoje:

Bruce Dickinson – Vocal
Adrian Smith – Guitarra
Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Janick Gers – Guitarra
Nicko McBrain – Bateria

Esta é a formação atual do Maiden, já gravaram 3 álbuns de estúdio, o último em 2006 intitulado “A Matter Of Life And Death”

(Dezembro 93 / Janeiro 99) – A fase Blaze Bayley:

Steve Harris- Baixo
Dave Murray – Guitarra
Janick Gers – Guitarra
Nicko McBrain – Bateria
Blaze Bayley – Vocal

Considerada por muitos a pior fase do Iron Maiden, a “Fase Bayley” gravou dois discos do Maiden, “The X Factor” de 95 e “Virtual XI” de 98, o grande ponto negativo dessa formação é o vocalista Blaze Bayley, que apesar de muito carismático com os fans, deixava a desejar nas apresentações ao vivo. E como se não bastasse, Blaze teve a tortuosa missão de substituir um dos maiores vocalistas do heavy metal de todos os tempos, Bruce Dickinson.

(Janeiro 90 / Setembro 93) – A energia de Janick Gers:

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Janick Gers – Guitarra
Nicko McBrain – Bateria
Bruce Dickinson – Vocal

Esta formação traz como novidade o guitarrista Janick Gers, que já havia tocado com Bruce Dickinson em sua carreira solo, Gers sempre foi um respeitado guitarrista de estúdio. Experiente, Janick tocou com mestres do Rock ‘n Roll como Ian Gillan, e sempre foi fan do Maiden. Além de um estilo mais sujo, Janick trouxe consigo uma energia jamais vista aos shows do Iron Maiden, sempre agitando durante as músicas, Janick contagiou toda a banda, qualquer um consegue perceber a mudança de comportamento dos integrantes nas apresentações ao vivo após a sua entrada na banda.

Janick teve problemas ao convencer muitos fans da Donzela, e ainda hoje não convenceu muitos deles, que o acusam de ser um guitarrista muito fraco se comparado à seu antecessor, Adrian Smith, hoje de volta a banda. Os grandes clássicos dessa fase são “Holy Smoke” do disco “No Prayer for the Dying” de 1990, e “Be Quick of be Dead”, “Afraid to shoot Strangers” e “Fear of the Dark”, essa última, faixa-título do disco lançado em 92.

(Janeiro 83 / Janeiro 90) – Tempos de ouro:

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Adrian Smith – Guitarra
Nicko McBrain – Bateria
Bruce Dickinson – Vocal

Com esta formação, o Iron Maiden consquita o mundo inteiro, os discos lançados durante este período estão entre os mais aclamados da história da banda e também do heavy metal mundial, “Piece of Mind” de 83, “Powerslave” de 84, o lendário registro ao vivo: “Live After Death” de 1985, e os surpreendentes “Somewhere in Time”, 86 e “Seventh Son of a Seventh Son” de 1988. A mudança entre essa formação e a formação anterior, é a entrada do irreverente baterista, Nicko Mc Brain, vindo do Tush para substituir Clive Burr.

Milhares foram os shows e discos vendidos durante essa época, o Maiden conquistou milhares de fans, e provou ser uma banda capaz de se manter no topo por vários anos, também nessa fase encontramos o maior número de clássicos possíveis, são muitos deles, vamos citar apenas um de cada disco da época:
“The Trooper” – “Aces High” – “Wasted Years” – “The Evil that Men Do”.

(Setembro 81 / Dezembro 82) – O mundo:

Steve Harris – baixo
Dave Murray – Guitarra
Adrian Smith – Guitarra
Clive Burr – Bateria
Bruce Dickinson – Vocal

Responsável por “The Number of the Beast” de 82. Aliás, falando em “The Number of the Beast” estamos falando de um disco de fundamental importância para a banda, a sua faixa-título baseada no filme “A Profecia II”, causou muito furor entre os evangélicos do mundo todo, durante a tour americana, vários discos foram queimados pelos fanáticos evangélicos, alguns até impedindo que fans entrassem nos shows.

Certamente que todo esse estrondo em torno do disco levou o Maiden ao ouvido de muita gente, ajudando demais na propagação do nome “Iron Maiden”, esta formação também é a primeira na qual participa o “Air Raid Siren” Bruce Dickinson, vindo do Samson, o vocalista fez um teste onde canta “Wrathchild”, “Killers” e “Twilight Zone”, foi aprovado com louvor.

(Outubro 80 / Setembro 81) – Adrian Smith e Killers:

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Adrian Smith – Guitarra
Clive Burr – Bateria
Paul Di’anno – Vocal

Com a entrada de Adrian Smith na banda, o Maiden corre para gravar o seu segundo disco, é lançado então o espetacular “Killers” em 28 de março de 1981, esse disco além de ser melhor produzido que seu antecessor, não obteve o mesmo êxito em vendas. De qualquer modo a tour do Killers é a primeira a nível mundial realizada pelo Maiden com um saldo de 113 apresentações passando por toda Europa, Estados Unidos e Japão.

(Janeiro 80 / Outubro 80) – O primeiro disco:

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Dennis Stratton – Guitarra
Clive Burr – Bateria
Paul Di’anno – Vocal

Se você leu a biografia da banda, já sabe que essa formação do Maiden não encontrou nenhum tipo de moleza para conseguir gravar o debutante “Iron Maiden”, lançado em 14 de abril de 1980 após o lançamento do single “Running Free” e uma aparição histórica no programa “Top of the Pops”, o disco veio consagrar todo o trabalho e dedicação da banda durante os tempos difíceis de afirmação e de procurar uma gravadora interessada em investir em um estilo em baixa na época.

O disco tem músicas consagradas e muitíssimo trabalhadas, músicas como “Phantom of the Opera”, “Transylvania” e “Strange World” são clássicos memoráveis.

(Fim de 77 / Janeiro 80) – The Soundhouse Tapes:

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Doug Sampson – Bateria
Tony Parsons – Guitarra
Paul Di’anno – Vocal

Essa formação foi a responsável pelas gravações feitas de forma independente em Cambridge em dezembro de 1978, gravaram as músicas “Prowler”, “Invasion”, “Iron Maiden” e “Strange World”, o conteúdo dessa gravação foi parar nas mãos de Neal Kay, disc jóquei e dono do “Soundhouse”, foi aí que tudo começou, essas músicas, exceto a “Invasion”, foram colocadas mais tarde no raríssimo “The Soundhouse Tapes”, primeiro vinil do Maiden, lançado também de forma independente.

(Fim de 77):

Steve Harris – Baixo
Dave Murray – Guitarra
Doug Sampson – Bateria
Paul Cairns (depois Paul Todd) – Guitarra
Paul Di’anno – Vocal

(Metade de 77):

Steve Harris Baixo
Doug Sampson – Bateria
Dave Murray – Guitarra

(Inverno de 77 até metade de 77):

Steve Harris Baixo
Barry Graham (Thunder stick) – Bateria
Dennis Wilcock – Vocal
Dave Murray – Guitarra

(77 até o inverno do mesmo ano):

Steve Harris – Baixo
Dennis Wilcock – Vocal
Barry Graham (Thunder stick) – Bateria
Terry Wapram – Guitarra
Tony Moore – Teclado

(Fim de 76):

Steve Harris – Baixo
Dennis Wilcock – Vocal
Ron Matthews – Bateria
Dave Murray – Guitarra

(Metade ao final de 76):

Dave Murray – Guitarra
Ron Matthews – Bateria
Dennis Wilcock – Vocal
Bob Sawyer (depois Rob Angelo) – Guitarra
Steve Harris – Baixo

(Dezembro 75 a início de 76) – O primeiro Iron Maiden:

Dave Sullivam – Guitarra
Ron Matthews – Bateria
Paul Day – Vocal
Terry Rance – Guitarra
Steve Harris – Baixo

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Imagem que mostra as várias formações até 1998:

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